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Quero me separar de um Narcisista Perverso

 

 

 

Recado para aqueles que estão pensando em se separar de um Narcisista Perverso
Primeiro, um pequeno lembrete sobre como eles funcionam:

Não os subestime. São altamente desenvolvidos no aspecto da inteligência que os fazem ser quase imbatíveis quando desejam alcançar os seus intentos. Como geralmente encontram-se inseridos em algum lugar, como no trabalho, socialmente, ou no grupo familiar, abusam de suas capacidades de manipular, buscando convencer a todos sobre qual assunto quiserem; por isso mesmo, atenção redobrada ao decidir se separar. Incansavelmente tentarão ludibriar as pessoas ao seu redor com as suas encantadoras conversas melodramáticas, dando detalhes sobre o quanto você é mal agradecida ou emocionalmente desequilibrada. São nessas horas que esses mestres da teatralização, de modo articulado e encantador, deitarão e rolarão em cima dos desavisados, podendo mentir, acusar e distorcer os fatos a fim de obterem um olhar de benevolência em relação a eles e contra você.

Narcisistas perversos jamais se percebem errados, mas injustiçados, sendo que isso piora sobremaneira quando existe a ameaça da separação. Ficam extremamente enfurecidos evidenciando o quanto estão determinados a ter a razão a qualquer custo e suas atitudes literalmente irão mostrar que o fim justifica os meios.

Se você despertou, tem consciência de que está passando por um relacionamento com um narcisista perverso e escolheu cair fora desse ciclo tóxico, a primeira dica é a de manter-se em silêncio até que a sua decisão esteja nas mãos de seus advogados ou que tenha uma estratégia bem concreta para que este movimento de ruptura efetivamente aconteça. Jamais cogite ter uma conversa amigável com ele imaginando que isso poderia facilitar o seu caminho. Ele não é seu amigo.

Tenha em mente que tanto homens, como mulheres perversas, ao serem desmascarados, mais do que nunca irão jogar pesado.

Lembrando que todo cuidado é pouco, posto que, como característica patológica deste tipo de personalidade, a compreensão, o respeito e a capacidade de empatia para com o outro são nulos. Além de tudo, como a maioria não possui remorso, qualquer reflexão sobre o que aconteceu ou esta acontecendo é praticamente impossível de ocorrer, com isso, tentam convencer a todos que são eles os que foram maltratados e incompreendidos.

Na hora da separação é onde a trama realmente pode pesar. Se você acha que já sofreu demais, é nesse derradeiro momento que terá de estar totalmente lúcida e fortalecida para não cair nas possíveis armações. Todas visarão a princípio, a sua desmoralização na intenção de recolocá-la de volta num cárcere onde há muito pouco tempo você esteve presa. Porém, quando o predador percebe que não tem mais chance é quando a situação num primeiro momento, parece piorar, pois a sede de vingança os enlouquece mais ainda. Já ouvi casos onde as vítimas foram tão verbalmente agredidas e acuadas que quase perderam a cabeça beirando passarem por atitudes reativas, já esperadas pelo predador, a fim de que ele pudesse ir na delegacia dar queixa. Como resultado dessa terrível façanha, aconteceria o afastamento da casa, dos filhos ou do quer que seja, sob s alegação de violência.

Outra faceta da manobra vingativa costuma ocorrer quando o narcisista perverso, mais uma vez tenta manipular a percepção vitima inventando verdades a ponto de incita-la a perder totalmente o seu controle emocional. A expectativa é de que com isso, ele terá argumentos para acusa-la de insanidade mostrando evidencias de como ela esta severamente perturbada passando por problemas psicológicos sérios. 

Se você já se encontra totalmente lúcida, a melhor coisa que tem a fazer é se fingir de morta, ou seja, deixar que ele fale o que quiser, afinal, a essa altura você deverá ter clareza de que ele é apenas um filme antigo que passou em sua vida. Se acaso tentar difamá-la, fique firme e diga que a realidade irá confirmar os fatos e tenha em mente que mesmo que se por acaso nada se confirme, que nem isso importa mais do que você poder seguir em frente retomando o seu bem maior, que é a sua própria vida. 

Viva a alegria por ter consciência de que você se libertou deste pesadelo, que está se ganhando de volta e que não faz mais parte dessa história macabra, portanto, a única coisa que você ainda pode fazer enquanto ainda não saiu totalmente deste campo é apenas assistir o filme desse outro girar, sem nunca mais precisar participar.

A sua maior proteção é a incorruptibilidade que o seu estado de lucidez lhe promove. Este é o seu presente sagrado.

Quanto mais despertos, melhor! E viva a vida!
Silvia Malamud​
Psicóloga EMDR/Brainspotting
Autora do livro: Sequestradores de Almas, sobre abuso emocional.
vendas pelo email: Malamud.silvia@gmail.com

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O que a ingratidão revela sobre nós

 

A ingratidão fala muito sobre nós. Ela revela um lado sombrio, frio e insensível que descortina nossa incapacidade de reconhecer que não somos nada sozinhos e que, involuntariamente, precisamos um dos outros a todo momento.

 

É desafiador, de fato, ocuparmos nosso espaço no mundo, galgarmos nossa trilha rumo ao ápice de nossas aspirações, sentirmo-nos mais seguros diante das adversidades e não perdemos de vista a nossa origem, de onde nos constituímos e quem nos estendeu as mãos quando mais precisamos.

 

Nos últimos anos, vivi experiências amargas com a ingratidão. Elas me fizeram entender que, às vezes, as pessoas mais próximas a nós podem ser as mais suscetíveis a nos decepcionar.

 

Neste momento, o importante a fazer é entender que este, infelizmente, é um risco que corremos a todo instante e que, se genuína, nossa postura ao menos pode impactar positivamente a vida de alguém.

 

Escuto, desde criança, em casa, o quão necessário é sermos gratos. Reconhecer nossa incompletude e necessidade de cooperação com o mundo à nossa volta denota maturidade e altruísmo. Reflete, ainda, a amplitude do nosso campo de visão acerca do repertório que vamos acumulando dia após dia e do quanto somos seres codependentes e interligados.

 

A quem é grato, genuinamente, a vida recompensa e tudo parece fluir com menos quiebres e entropias. É como se o movimento da vida fosse cíclico, e o amanhã dependesse da forma como conduzimos as relações e as escolhas hoje.

 

Sou grato a uma porção de gente na minha vida e também a situações que à época não faziam sentido, mas que indiretamente influenciaram no homem que me tornei hoje.

 

Quando criança, tinha poucos estímulos positivos. Havia uma tendência de ser muito criticado em minha casa. O resultado disso era insegurança e baixa autoestima. Um dia qualquer, na escola, uma professora de Português – disciplinada, doce e muito exigente – me fez um elogio em relação ao meu modo de escrever. Valorizou minha sensibilidade, criatividade com as palavras e meu jeito particular de expor minhas ideias e modo de pensar.

 

A atitude da docente, mesmo que despretensiosa, foi determinante para a escolha da minha profissão de jornalista. Batia no peito, com orgulho, nos tempos de definição de carreira (na iminência de prestar vestibular) que tinha certeza do que seria na vida – mesmo a maioria de meus colegas indecisa em relação à escolha que, em tese, refletiria no futuro de todos nós. Salve a professora Sidrid, que, sem perceber, mudou o curso da minha história.

Recém-formado, tive uma oportunidade de ouro: fui contratado e, em pouco tempo, assumi a liderança de uma equipe, aos 21 anos de idade, numa importante entidade de classe da capital federal. Dediquei-me ao máximo, entreguei o meu melhor e, passados alguns anos, com a troca de diretoria, fui dispensado, sem uma razão pré-existente. Sentindo-me injustiçado à época, canalizei a minha energia para a estruturação do meu grande projeto de vida: ter a minha própria empresa.

 

 

Dezessete anos depois, cheguei aonde desejava graças também àquele que me demitiu; e pude me dedicar à Proativa, agência de Comunicação que sonhei um dia estruturar e que imprimiu em sua identidade a gratidão a clientes, colaboradores e parceiros.

 

Outro exemplo concreto (e curioso) de gratidão na minha vida é a história que eu sempre conto sobre a minha ex-sócia e melhor amiga. Quando ninguém acreditava que seria possível, ela abandonou o alto posto de executiva para se aliar a mim, na edificação da empresa, mesmo quando ninguém (nem a minha família) acreditou que seria possível. 

 

Parece simples, mas não foi. Abrir mão do concreto para investir no sonho do outro é algo para poucos, para quem tem coragem e sente a fluidez dos caminhos que a vida apresenta compulsoriamente.

 

Hoje, tenho total clareza de que não teria alcançado – por mais preparado e esforçado que eu fosse – o resultado até aqui, sem o apoio da Silvia. Sou ou não um homem de sorte?

 

Ilustrar os presentes que recebi da vida até aqui não é tarefa difícil. São incontáveis. O desafio maior é ter a consciência de que a gente também pode deixar de ser grato com o outro. Por isso, a necessidade de estarmos sempre atentos.

 

E você, como tem conduzido as suas relações? De que forma tem expressado sua gratidão para com o outro? Como pode nutrir seu coração de gratidão em relação às situações e pessoas que são, fundamentalmente, estruturantes em sua vida?

 

Os caminhos são individuais. Cabe a nós sustentarmos este estado de espírito ao longo de nossa jornada. Nem sempre será fácil, mas, vá por mim, isso pode fazer total diferença, tornando-nos mais leves, humildes, amorosos e conectados com a gente mesmo e com tudo que nos tangencia e dá sentido à nossa forma de atuar no mundo.

 

* Flávio Resende é jornalista, empresário na área de Comunicação Corporativa e coach ontológico.

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