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Bem Positiva

Cair na farra Valéria Ruiz| Bem separadas

Cair na farra após a separação é saudável?

O que você acha disso? Cairia na balada após uma separação?

Veja a resposta desse tema nesse vídeo de Valéria Ruiz.

Abraços e até o próximo vídeo

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Como estar sozinha? Dra Valéria Avilla | Bem Separadas

Nesse vídeo a psiquiatra Dra. Valéria Avilla fala de como é estar sozinha!

Quais caminhos seguir para estar sozinho de forma saudável? Como aproveitar o tempo e a nós mesmas? Qual momento a gente aprende a hora de ficarmos sozinhas?

Esse vídeo nos leva a refletir  sobre o quão agradável e necessário é tirar um tempo para ficarmos sozinhas.

Assista esse vídeo e nos diga: Você tem tirado um tempo para si mesma?

Grande abraço e até o próximo vídeo.

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Você tem pena de si mesmo?

Flávio Resende*

Já conheceu alguém que conta sua própria história como se estivesse tendo pena de si mesmo? Seria uma espécie de valorização do próprio “passe” junto ao interlocutor? Ou alguém que verdadeiramente passou a vida inteira acreditando nisso e se vitimando?

Há juízos construídos lá atrás que carregamos como verdades incontestes e que, no fundo, encobrem nossa incompetência de sermos auto responsáveis pelas escolhas e direcionamentos que damos à nossa jornada.

Relatamos para o outro, de forma recorrente, as nossas mazelas, dificuldades, situações de abandono, de dor e de injustiças como se elas justificassem a nossa inércia diante da necessidade de ação depois de momentos sombrios da vida – que, convenhamos, fazem parte da dinâmica de estar vivo.

Obviamente, cada caso é um caso. E o que nos diferencia um dos outros, ao meu entender, não é o que ocorre de ruim conosco ao longo da vida, mas a nossa capacidade de ressignificação e de atitude para reverter o que parecia não ter saída. Para isso, acredito, nos foram dadas as virtudes da razão e da emoção. Cabe a nós buscar o ponto de equilíbrio entre elas.

Aliás, grande parte de nós já viveu momentos de sombra e de caos, onde a vista parecia turva frente a obstáculos, até então, intransponíveis. Já nos sentimos frágeis; e até sucumbimos. O importante, no entanto, é não nos estacionarmos neste recorte de vida, como se não houvesse a possibilidade de um amanhã mais leve e menos doloroso.

Virou “modinha” falar em auto responsabilização e em empoderamento. As músicas, as novelas, os filmes, os livros, as séries e até a imprensa têm retratado esta temática com certa frequência. A boa notícia é que grande parte das mudanças está ao nosso alcance, como num quebra cabeça em que passamos horas testando e entendendo o encaixe das peças até atingirmos o objetivo final, que é ver a imagem do todo, antes desconexa, com sentido e nitidez. Assim é a vida. Há um tempo de processamento, de ganhar fôlego. Mas a estrada está lá, no esperando para seguirmos o percurso, que –  é bom que se diga – pode ter novas oscilações e dificuldades, assim como pode descortinar lindas paisagens e experiências memoráveis.

No frigir dos ovos, as respostas para absolutamente tudo estão dentro da gente mesmo. Mas é preciso coragem para se indagar por que é mais fácil continuar contando a mesma história e se manter inerte diante da pressão pela mudança? Por que não me sinto apto e forte o suficiente para virar o jogo? Como anda a minha fé e o meu entendimento acerca das questões sobre as quais eu não tenho controle? Qual o meu movimento de deixar ir para deixar vir? Do que estou disposto a abrir mão, neste momento? O que eu ganho sendo assim? Até quando vou continuar mentindo para mim mesmo, que não dou conta de mudar ou avançar?

As questões são quase infinitas porque o ser humano é, de fato, complexo. Contudo, a nossa complexidade não pode engessar nossa esperança, nossa intenção e nosso movimento de reforma íntima.

Afinal, tem mais sentido quando pagamos o preço por sermos mais coerentes e mais profundos em relação àquilo que, verdadeiramente, faz nossos olhos brilharem com mais viço, transparência e completude.

 

* Jornalista, empreendedor e coach ontológico

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Se você tivesse uma nova chance, o que faria?

Todo fim de ano é a mesma coisa: há uma profusão de abraços, que acabam deixando mais leves os ombros cansados de carregar o peso de 12 meses exaustivos. Mas mesmo para quem acha que essa época é repleta de melancolia, enxergar as possibilidades de recomeço do ano novo traz fôlego e esperança. A mudança de um número não muda nada, e muda tudo. Engraçado isso, né? Mas no final das contas, é importante lembrar que a nossa capacidade de reinvenção e de reconstrução é infinita. O que não quer dizer que seja fácil.

Mas por que o processo de mudança tende a ser tão complexo e doloroso? Posso falar a partir do meu próprio repertório de vida. Há cerca de cinco anos, tenho vivido uma fase de despedida em relação a referências afetivas muito importantes para mim – meu pai e minha avó materna. Doentes, elas buscam, valentemente, sobreviver aos reflexos da idade e ao tratamento de saúde pelo qual estão sendo submetidos. Vivi também, há exatos dois anos, a dor da separação, depois de compartilhar a vida por mais de sete anos com o, até então, grande amor da minha vida.

Estas experiências têm me feito refletir acerca do que faria diferente se tivesse uma nova chance.

Mas por que a vida não nos oportuniza voltar atrás e fazer melhor? Tem gente que passa a jornada inteira fazendo do mesmo jeito e, milagrosamente, espera por resultados diferentes. Não há mágica.

O bom da maturidade é que vamos entendendo que o erro de hoje é insumo para o aprendizado de amanhã.

Olhando a partir de tudo o que já vivi até agora, faria muita coisa diferente: escutaria mais, em vez de falar; apontaria menos e acolheria mais; checaria mais a minha escuta, se o que entendi era de fato o que o outro queria dizer; estabeleceria uma relação de mais transparência e menos medo do julgamento; seria mais assertivo em relação aos meus anseios e vontades; concretizaria mais os meus sonhos e apoiaria mais a realização os sonhos de quem eu amo; cederia mais para evitar o desgaste; não só diria mais “eu te amo”, mas expressaria isso nas mínimas coisas; abraçaria mais e discutiria menos; daria mais importância ao todo do que ao detalhe; dormiria mais cedo para acordar disposto para aproveitar melhor o dia; me colocaria mais no lugar do outro; esperaria menos que o outro fosse como eu idealizei, ao mesmo tempo, idealizaria menos para não me frustrar mais; olharia mais nos olhos; tomaria mais banho de chuva, propositadamente; me desconectaria mais para me conectar ao que verdadeiramente importa; teria dito mais sim, quando disse não, e vice-versa; participaria mais da vida do outro, mesmo que as minhas demandas internas gritassem por prioridade; seria mais autêntico e coerente com o que sinto.

Lamentavelmente, não temos a chance de rebobinar a história da nossa vida, mas podemos usar o que sentimos a partir do que aconteceu para reestabelecer novos olhares e posturas diante do que está por vir.

No final, o que conta mesmo é a nossa capacidade de sermos melhores um dia após o outro, reforçando os acertos e reformulando os erros, que essencialmente nos tornaram o que somos hoje.

E você, está feliz com quem se tornou? Que tal começar 2018 refletindo sobre isso?

 

 

* Flávio Resende, 40 anos, é jornalista, empresário, coach ontológico e aprendiz das coisas do sentir.

 

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